quinta-feira, 6 de setembro de 2007

Estudante constrói supercomputador duas vezes masi rápido do que o Deep Blue

Deep Blue foi um super computador criado pela IBM especialmente para jogar xadrez, com 256 co-processadores, capazes de analisar aproximadamente 200 milhões de posições por segundo. Essa "criança" custava em média US$ 5 milhões. Ele derrrotou o campeão de xadrez Gary Kasparov em 1997.

Tim Brom, estudante da Universidade de Kentucky, nos Estados Unidos, com ajuda do seu professor Joel Adams, projetou e construiu o seu próprio supercomputador. Com US$2.500,00 eles construíram o Microwulf, um supercomputador quase portátil, certamente o menor e mais barato supercomputador do mundo. Construído com peças disponíveis no comércio.
O Microwulf alcança a faixa de 26,25 gigaflops - 26,25 bilhões de operações de vírgula flutuante por segundo. Isso torna o Microwulf duas vezes superior ao famoso Deep Blue.

O masi potente supercomputador do mundo é o Blue Gene tambem da IBM, 31.634 vezes mais rápido que Deep Blue. Seus 131 mil processadores processam até 360 Teraflops, ou seja, 360 trilhões operações de ponto flutuante por segundo.


site do projeto: http://www.calvin.edu/~adams/research/microwulf/

Malware cria rede de 1,8 milhão de zumbis

O cavalo-de-tróia Storm Worm já controla um exército de 1,8 milhão de máquinas zumbis.

Esse número foi fornecido pela empresa de segurança inglesa MessageLabs em seu relatório mensal sobre malware referente a agosto. O relatório registra grande aumento de e-mails com links para cartões postais virtuais ou contendo convites para baixar software beta ou assistir a vídeos no YouTube. Essas mensagens são enviadas pela rede do Storm Worm, que atualmente está estimada em 1,8 milhão de computadores.

O corpo das mensagens e a linha de assunto são variáveis, mas os e-mails são documentos HTML contendo um link para um endereço IP, que aponta para um micro já infectado pelo cavalo-de-tróia. Se o destinatário clica no link, o browser é redirecionado para um servidor, que tenta infectar a máquina com o Storm.

De meia em meia hora, o servidor muda o código do malware, com o objetivo de tornar mais difícil a sua detecção. O próprio e-mail não contém nenhum programa nocivo, e os links também são modificados com freqüência.

Embora o nome da ameaça seja Storm Worm ("verme tempestade"), a MessageLabs explica que o invasor não é tecnicamente um verme, mas um cavalo-de-tróia, e invade as máquinas sem utilizar nenhuma falha no sistema. Seu objetivo é criar uma extensa rede de máquinas-escravas mediante as quais os autores do Storm podem enviar spam. O Storm Worm é também conhecido por outros nomes, como Zhelatin, Peacomm e Nuwar.

É importante deixar claro que, quando o e-mail aparentemente convida o usuário a ver um vídeo no YouTube, o link não aponta de fato para esse site. O texto visível, sim, mas o que está por baixo dele é o endereço de um micro já infectado.



fonte: Info online